A Biblioteca Digital do IPB participou na 2ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto, no Rio de Janeiro de 23 a 26 de Novembro de 2011, com o título: Qual o Impacto da Biblioteca Digital do IPB? Alguns Dados Estatísticos
A Biblioteca Digital do IPB foi implementada com o objetivo de divulgar e
permitir o livre acesso à produção científica realizada/produzida pela
comunidade académica, promovendo a integração, a partilha e a
visibilidade da informação científica, garantindo assim a preservação da
memória intelectual dos docentes/investigadores do Instituto
Politécnico de Bragança.
O Instituto Politécnico de Bragança pretende
assumir-se como uma instituição de investigação aplicada de referência.
Para o efeito, tem vindo a fazer um investimento estratégico na
qualificação do seu corpo docente e na criação de estruturas de apoio à
investigação. Fruto desta orientação estratégica, a produção científica
da instituição tem vindo a crescer sustentadamente.
Segundo dados
apurados na ISI Web of Knowledge e através de dados divulgados e
publicados pelo SCIMAGO, o Instituto Politécnico de Bragança, evidencia
uma atividade científica assinalável, quando se considera o universo dos
diversos institutos politécnicos.
Os repositórios institucionais
revestem-se de uma importância cada vez maior para as instituições
enquanto produtoras de ciência e de conhecimento, servindo como
plataformas gestoras de informação, onde existe uma multiplicidade de
dados susceptíveis de serem aproveitados para análise estatística.
A
recolha sistemática de estatísticas é útil para os administradores dos
repositórios, para as instituições e para os autores. Pode-se acompanhar
o ritmo de depósitos de uma determinada escola/departamento.
Pretende-se
dar a conhecer esta análise estatística incidindo sobre as publicações
científicas: a evolução dos conteúdos, comparar as publicações indexadas
no ISI versus publicações em acesso livre no repositório, as consultas e
downloads efectuados, centralizado nos utilizadores e aplicado a todas
as publicações.
Em termos de evolução dos conteúdos/depósitos
constata-se que nos primeiros anos de existência, foi espaçada, mas,
após a assinatura da Declaração de Berlim (08/09/2009) e com a aprovação
por unanimidade a Politica de Auto-Arquivo de Publicações na Biblioteca
Digital do
IPB1, (30/04/2010), esta evolução foi rapidamente
contrariada. Foi ainda incluída no Regulamento n.º 14/20112 -
Regulamento do Sistema de Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente do
Instituto Politécnico de Bragança - a obrigatoriedade de depositar e
fornecer o handle associado à produção científica produzida, no sentido
em que são apenas considerados os artigos depositados na Biblioteca
Digital do IPB.
O sucesso do repositório deve-se ao facto de estar
incluído na visão estratégica da instituição, porque para além de
aumentar o seu valor público, serve como indicador de medida permitindo
aferir a relevância científica da instituição. Este sucesso também deve
ser partilhado com o RCAAP, porque nos outorgou mais visibilidade já que
nos incluiu nas redes europeias de repositórios, como o DRIVER, tendo
ainda a vantagem de ser interoperável com o Curriculum DeGóis.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Biblioteca Digital do IPB com milhares de acessos
Repositório Científico tem disponíveis 5203 documentos e é muito procurado
Criado em 2006 o Repositório Científico de Acesso Aberto do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) já teve “muito milhares de consultas”, revelou Clarisse Pais, responsável pela Biblioteca Digital da instituição de ensino, à margem da conferência a “Cienciometria e o Open Acess”, que teve lugar na Escola Superior de Ciência e Tecnologia (ESTIG) no passado dia 26 de Outubro.
Actualmente estão disponíveis 5203 documentos, 95 por cento são de livre acesso através da Internet. Números que lhe permitem estar na quinta posição do ranking das instituições portuguesas que dispõem deste serviço. “Temos bastante produção científica, o que se fica a dever a diversas atitudes tomadas pelo IPB, nomeadamente à definição da política que estimula o auto-arquivo e desde 2011 à obrigatoriedade de depositar a informação para o docentes poderem ser avaliados através do repositório”, explicou Clarisse Pais. Os trabalhos de investigação realizados no IPB estão agora acessíveis em toda a parte, e mesmo os documentos com acesso restrito podem ser consultados pedindo uma autorização. “A receptividade é muito boa. Desde 2009 são muitos milhares de acessos”, acrescentou a responsável.
Esta procura traduz-se em “bons resultados na qualidade de investigação” para o IPB, atestou Félix de Moya Anegón – CSIC – Agencia Estatal Consejo Superior de Investigaciones Científica, um dos oradores na conferência. “Entre 2003 e 2009 foi feita muita investigação, mas o mais importante é a sua qualidade, e que pode ser verificada através do impacto que tem em outras investigações posteriores”, referiu. A mudança de mentalidade dos investigadores com o Open Acess é um dos aspectos mais importantes que esta ferramenta permitiu, defendeu Feliz de Moya Anegón, “porque pela primeira vez o acesso à informação é aberto e livre”, frisou. Também mudaram as práticas de acesso por parte de alguns investigadores e dos consumidores de investigação científica, “que agora antes de procurar informação em plataformas pagas vão buscá-la em plataformas abertas”, observou.
O mais antigo repositório nacional é do da Universidade do Minho, que “funciona muito bem”, assegurou Eloy Rodrigues, que considera que o serviço tem contribuído para dar visibilidade à instituição. O depósito de trabalhos está a aumentar, ainda que tenha existido uma inércia inicial, “mas quando começam a ver a utilização que os seus trabalhos têm no repositório começam a ganhar esse hábito e é criado um círculo virtuoso”.
Publicado por: Mensageiro de Bragança
Criado em 2006 o Repositório Científico de Acesso Aberto do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) já teve “muito milhares de consultas”, revelou Clarisse Pais, responsável pela Biblioteca Digital da instituição de ensino, à margem da conferência a “Cienciometria e o Open Acess”, que teve lugar na Escola Superior de Ciência e Tecnologia (ESTIG) no passado dia 26 de Outubro.
Actualmente estão disponíveis 5203 documentos, 95 por cento são de livre acesso através da Internet. Números que lhe permitem estar na quinta posição do ranking das instituições portuguesas que dispõem deste serviço. “Temos bastante produção científica, o que se fica a dever a diversas atitudes tomadas pelo IPB, nomeadamente à definição da política que estimula o auto-arquivo e desde 2011 à obrigatoriedade de depositar a informação para o docentes poderem ser avaliados através do repositório”, explicou Clarisse Pais. Os trabalhos de investigação realizados no IPB estão agora acessíveis em toda a parte, e mesmo os documentos com acesso restrito podem ser consultados pedindo uma autorização. “A receptividade é muito boa. Desde 2009 são muitos milhares de acessos”, acrescentou a responsável.
Esta procura traduz-se em “bons resultados na qualidade de investigação” para o IPB, atestou Félix de Moya Anegón – CSIC – Agencia Estatal Consejo Superior de Investigaciones Científica, um dos oradores na conferência. “Entre 2003 e 2009 foi feita muita investigação, mas o mais importante é a sua qualidade, e que pode ser verificada através do impacto que tem em outras investigações posteriores”, referiu. A mudança de mentalidade dos investigadores com o Open Acess é um dos aspectos mais importantes que esta ferramenta permitiu, defendeu Feliz de Moya Anegón, “porque pela primeira vez o acesso à informação é aberto e livre”, frisou. Também mudaram as práticas de acesso por parte de alguns investigadores e dos consumidores de investigação científica, “que agora antes de procurar informação em plataformas pagas vão buscá-la em plataformas abertas”, observou.
O mais antigo repositório nacional é do da Universidade do Minho, que “funciona muito bem”, assegurou Eloy Rodrigues, que considera que o serviço tem contribuído para dar visibilidade à instituição. O depósito de trabalhos está a aumentar, ainda que tenha existido uma inércia inicial, “mas quando começam a ver a utilização que os seus trabalhos têm no repositório começam a ganhar esse hábito e é criado um círculo virtuoso”.
Publicado por: Mensageiro de Bragança
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Semana de Open Access 2011 - Conferência A Cienciometria e o Open Access
No âmbito da Semana de Open Access 2011, os Serviços de Documentação e Bibliotecas do IPB, através da Biblioteca Digital, organiza no dia 26 de Outubro, às 14h30, no Auditório Alcínio Miguel, uma conferência intitulada: A Cienciometria e o Open Access.
Porque a Cienciometria é um conjunto de métodos quantitativos e algorítmicos cujo objectivo é avaliar a qualidade científica de um investigador, de uma revista, de uma instituição, país ou região e porque o Open Access traz vastíssimas vantagens aos investigadores em termos de visibilidade científica, este binómio será analisado por investigadores reconhecidos a nível nacional e internacional.
Programa do evento:
14h30 – Abertura pelo Exmo. Senhor Pró-Presidente do IPB Albano Alves
14h45 – Aproximación cienciométrica global al análisis del dominio científico Portugués, Félix de Moya Anegón – CSIC – Agencia Estatal Consejo Superior de Investigaciones Científicas
15h15 – Acceso abierto a los datos de investigación (datos Sharing): definición, políticas y actores, Daniel Torres Salinas - Universidad de Navarra
15h45 – O impacto do Open Access para os investigadores e as suas instituições, Eloy Rodrigues – Universidade do Minho
16h20 – Debate
16h30 – Coffee break
17h00 – Cómo publicar en revistas científicas de impacto, Daniel Torres Salinas – Universidad de Navarra
17h20 – RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal): balanço, novidades e perspectivas, João Moreira – FCCN
17h30 – Monitorização da Biblioteca Digital do IPB, Clarisse Pais – IPB
17h40 – Debate
17h50 – Encerramento pelo Exmo. Senhor Pró-Presidente do IPB Albano Alves
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Folha Informativa da Rede de Informação do INE em Bibliotecas do Ensino Superior
A Folha Informativa da Rede de Informação do Instituto Nacional de Estatística em Bibliotecas do Ensino Superior, foi dedicada aos Pontos de Acesso instalados no Instituto Politécnico de Bragança.
Veja a entrevista e os testemunhos em: http://www.ipb.pt/go/a769
Veja a entrevista e os testemunhos em: http://www.ipb.pt/go/a769
terça-feira, 7 de junho de 2011
Exposição de Artes Visuais na Biblioteca da ESA
Em paralelo com a AULP, decorre uma exposição na Biblioteca da ESA.
Estão expostas algumas das expressões das Artes Visuais: pintura, escultura, fotografia e uma instalação.
Os docentes do Departamento de Artes Visuais da ESE (António Meireles, Cristina Magalhães, Helena Canotilho, Jacinta Costa, Jorge Morais, Luís Canotilho, Marco Costa e Paulo Moura) mostram assim a sua capacidade artística e criativa.
Estão expostas algumas das expressões das Artes Visuais: pintura, escultura, fotografia e uma instalação.
Os docentes do Departamento de Artes Visuais da ESE (António Meireles, Cristina Magalhães, Helena Canotilho, Jacinta Costa, Jorge Morais, Luís Canotilho, Marco Costa e Paulo Moura) mostram assim a sua capacidade artística e criativa.
| António Meireles |
| Cristina Magalhães |
| Helena Canotilho |
| Jorge Morais |
| Jacinta Costa |
| Luís Canotilho |
| Marco Costa |
| Paulo Moura |
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